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Autos/ Pequeno notável -11/10/08

Toyota lançará o iQ para concorrer com o Smart Fortwo

A revista americana Motor Trend anunciou que a Toyota lançará nos EUA o IQ, um carro de pequeno porte com dimensões

ao Smart Fortwo, produzido pela Daimler AG. A previsão é que a montadora japonesa comece a vender o carro a partir de meados do ano que vem. Dessa forma, a Toyota quer aproveitar a expansão do mercado norte-americano de carros pequenos.

O modelo consome menos combustível que o pioneiro ForTwo

O IQ será lançado nos EUA pela Scion, marca da Toyota que tem foco em mercados mais jovens.

O modelo americano deverá contar com motor de quatro cilindros.
Já que um dos pontos mais fortes do modelo é o baixo consumo de combustível, a montadora teme que ele acabe competindo com outros modelos da marca que também apostam nesse diferencial.

Carro foi projetado para encarar o trânsito pesado

A Toyota também lançará a terceira geração do Prius, um carro híbrido um pouco mais caro que o iQ mas maior e mais econômico, e o Yaris, um modelo similar ao Honda Fit. Para evitar um line-up saturado de modelos econômicos, a montadora decidiu vender o iQ como um modelo da Scion.

O preço do IQ deve ficar por volta dos US$ 15 mil. O carro deve fazer uma aparição ao público americano no Salão de Los Angeles, que acontece na última semana de novembro.
SERVIÇO
http://www.scion.com
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O rali do futuro 05/10/08

Mitsubishi cria carro-conceito que antecipa design e tecnologia em 2025

Lâminas laterais flexíveis servem de suspensão

A Mitsubishi criou o modelo conceitual MMR25 para disputar o concurso anual de design do Salão de Los Angeles, que acontece entre os dias 21 e 30 de novembro. Como o tema deste ano são veículos para o ano 2025, o MMR25 apresenta novas tecnologias e visual futurista.
Pensado para correr ralis, o carro tem um total de 12 motores (um para cada roda mais oito sobressalentes). Com isso, ele é completamente onidirecional – é possível fazê-lo andar em qualquer direção sem rotacionar o eixo. De acordo com a Mitsubishi, esse é o primeiro carro 8x4 já imaginado.


Cabine sem janelas deu asas à imaginação dos designers

As baterias recicláveis permitem que o carro rode mais de 1,6 mil quilômetros por carga. Responsáveis pela maior parte do peso do veículo, elas ficam entre o centro e as rodas para não afetar a estabilidade.


A cabine não tem janelas, mas uma tela de 360° conectada a câmeras externas. Com isso, o carro dispensa o vidro e fica mais leve.


Como é de praxe neste tipo de competição, o modelo depende de diversas tecnologias ainda indisponíveis. Por isso, é provável que não haja sequer um protótipo exposto no salão de Los Angeles. Outras empresas devem anunciar seus conceitos no próximo mês.

SERVIÇO
http://www.laautoshow.com/
http://www.mitsubishi.com/

Tecnologia /Papel online -05/10/08

Empresa lança e-book reader com tela flexível
por Thomás Levy

Na semana passada, a Plastic Logic, uma empresa criada pela Universidade de Cambridge, anunciou que começa a fabricar em Dresden, na Alemanha, um novo modelo de papel eletrônico que será usado em um e-book reader que a empresa lançará em breve.

Aparelho é uma folha de papel com touchscreen

O mercado de readers está se saturando, mas a Plastic Logic crê que seu produto se destacará por ser leve e amplo; tem o tamanho aproximado de uma folha A4. Outros modelos não eram tão grandes porque as telas podiam acabar se rompendo. O novo formato resolve inteligentemente o problema, com uma tela flexível.

Esse não é o primeiro papel eletrônico flexível fabricado. A Polymer Vision, uma subdivisão da Philips, criou uma tela de 5 polegadas que podia até ser enrolada para ficar do tamanho de um celular. O tamanho, nesse caso, é o que diferencia os produtos.

Polymer Vision: mais flexível, mas pequeno demais para tornar a leitura confortável

O modelo da Plastic Logic foi feito para atrair executivos interessados em ler jornais, revistas e livros e traz algumas vantagens evidentes: o reader é menor e mais leve que quase qualquer jornal - o que facilita a leitura -, não requer muito espaço para ser armazenado e não produz lixo. Além disso, o gadget pode abrir documentos do pacote Office e páginas em PDF.


Como o "papel" terá compatibilidade com redes wireless, será possível acessar lojas e baixar conteúdo sem a necessidade de um terminal separado. O aparelho deve chegar ao mercado na primeira metade de 2009, mas ainda não há informações sobre seu preço.

SERVIÇO
http://www.plasticlogic.com

A revolução dos netbooks -05/10/08

Laptops ultraportáteis de baixo custo inauguram outra categoria de computadores e abrem um novo ciclo de inovações na indústria
Por Camila Fusco

Augusto Bartolomei

Netbook HP: metade do tamanho de um notebook tradicional

Quando a fabricante taiwanesa Asus lançou seu mininotebook de baixo custo, o EeePC, um ano atrás, boa parte da indústria encarou o equipamento apenas como uma curiosidade. O computador, do tamanho de um pequeno caderno, com tela e teclado apertados e pouca capacidade de memória, foi considerado por muitos produtores pouco atraente aos consumidores. O passar do tempo, porém, mostrou que os céticos estavam redondamente enganados: menos de seis meses após o lançamento, o EeePC atingiu 1 milhão de unidades vendidas. Num curtíssimo espaço de tempo, a experiência da Asus foi copiada por todos os grandes fabricantes e inaugurou uma nova categoria de computadores. A novidade se encaixa entre os smartphones e os laptops tradicionais. Ganhou um nome curioso, netbook, corruptela da palavra “notebook” que ao mesmo tempo indica um dos grandes trunfos desses aparelhos: conexão com a internet. O crescimento dos netbooks tem sido explosivo. Segundo a consultoria Gartner, serão vendidas já neste ano 5,2 milhões de unidades. Em 2012, as vendas devem chegar a 50 milhões. “Foi uma idéia que sacudiu o mercado”, diz Rob Enderle, presidente da consultoria norte-americana Enderle Group.


Revolução não é uma palavra exagerada para definir o momento atual da indústria de PCs. Para muitos, os netbooks representam a maior mudança que os fabricantes enfrentam desde a popularização dos computadores portáteis. A explicação está na relação entre custo e tamanho. Tradicionalmente, equipamentos menores e mais leves tinham como característica ser mais caros, justamente em virtude da exigência de processos produtivos mais complicados. Colocar todos os componentes de um computador em uma máquina de dimensões reduzidas demandava mais desenvolvimento do que o convencional. Para produzir os netbooks, porém, a indústria conseguiu inverter a equação. Apesar de muito pequenos, eles custam barato. Parte da explicação está no uso de peças mais simples (veja quadro abaixo) e parte em um esforço de inovação para atingir uma nova faixa de preço. “A questão principal que essa categoria está disseminando na indústria é como miniaturizar as peças e ainda fornecer um computador de baixo custo”, diz Hélio Rotenberg, presidente da Positivo Informática, que lançou seu netbook, o Mobo, no primeiro semestre deste ano, ao custo de 999 reais. A faixa de preços dos modelos mais simples ainda deve cair. As telas de LCD, um dos itens mais caros em qualquer equipamento eletrônico, já são vendidas por valores 13% mais baixos que os do começo do ano, segundo a consultoria especializada DisplaySearch.

A Asus foi pioneira com o EeePC, mas as tentativas de criar uma máquina ultraportátil — e funcional — vinham de vários anos. Foram inúmeras as experiências para chegar a um projeto do gênero, mas a maioria fracassou. Os equipamentos tinham ora desempenho abaixo da crítica, ora teclados e telas frágeis demais. Quando o hardware era confiável, o preço passava facilmente dos 2 000 dólares. “O grande erro da indústria nesses projetos anteriores foi tentar colocar funcionalidades avançadas em um corpo que talvez não as comportasse”, afirma o consultor Enderle. A grande virada dos netbooks foi uma reconfiguração das ambições do passado: em vez de tentar simplesmente reduzir um laptop, por que não criar um modelo um pouco menos sofisticado? Os netbooks têm, por exemplo, um espaço para armazenamento de arquivos menor que o iPod — mas grande o suficiente para planilhas eletrônicas e documentos de texto. Por outro lado, seu processador, mais eficiente, consome menos energia. A Intel lançou uma família de chips batizada de Atom especificamente para uso nessas pequenas máquinas. O chip consome apenas um nono da energia de um modelo convencional, o que significa períodos mais longos de uso entre as recargas da bateria.

Os segredos dos pequenos

Os netbooks também se inspiram nos laptops educacionais, como o XO, do famoso — mas fracassado — projeto do laptop de 100 dólares. Apesar do propósito educacional, cerca de 70% das vendas desses equipamentos no mundo devem ser destinadas a consumidores finais, desde aqueles que estão comprando o primeiro computador até os que buscam uma segunda máquina. No Brasil, a expectativa é que o consumidor desse produto seja predominantemente os usuários mais maduros, que já têm computadores e procuram uma máquina alternativa para transportar com mais facilidade. A Positivo Informática aposta nas classes A e B e já chegou a adaptar seus modelos para isso. Na segunda quinzena de setembro, a empresa apresentou outros dois modelos, com teclado e tela mais espaçosos — de 8,9 e 10 polegadas — e preço de até 1 500 reais. “Entendemos que os consumidores dispostos a comprar esse produto já são usuários mais avançados e estão dispostos a pagar mais por conforto”, diz Rotenberg. Já a HP iniciou as vendas de seus netbooks buscando o mercado comprador das empresas. Segundo Cláudio Carneiro, gerente de notebooks corporativos, a intenção da companhia ao longo dos próximos meses é levar os modelos ao varejo.

A ascensão dos netbooks indica outra tendência importante no mundo dos computadores. Os PCs portáteis estão rapidamente tomando espaço dos computadores de mesa. Os grandes volumes ainda estão concentrados nos laptops tradicionais, é claro. Na Europa, as vendas do segmento cresceram 60% no segundo trimestre do ano em comparação com o mesmo período do ano passado. Até mesmo nos Estados Unidos, que têm um mercado maduro, as vendas de laptops cresceram quase 18%, enquanto as de desktops caíram 4%. Mas é nos países que chegaram mais tarde à era digital de massa, como o Brasil, que a ascensão da mobilidade é surpreendente. Muitos consumidores brasileiros nem sequer terão um PC de mesa em casa: seu primeiro computador pessoal já será um laptop. O mercado brasileiro para notebooks está aquecido como nunca. Segundo pesquisa da consultoria IT Data, 71% dos entrevistados que pretendem comprar um computador nos próximos seis meses vão optar por notebooks. Além disso, já no próximo ano, as vendas de computadores portáteis ultrapassarão as de desktops: serão vendidas 8,5 milhões de unidades, ante 7 milhões de PCs de mesa.

Avanço da mobilidade

Existe bastante otimismo também em relação ao sucesso dos netbooks no Brasil, embora os números por aqui ainda sejam modestos. A IT Data calcula que os pequenos computadores respondam por cerca de 2,2% do mercado de portáteis. Com a queda nos preços, os netbooks podem se tornar a melhor porta de entrada para quem não tem condições de comprar um computador mais potente. A mesma expectativa existe em outros países emergentes, como China e Índia, cuja enorme população só agora começa a desfrutar do mundo digital. Mas existe um obstáculo de marketing a vencer, de acordo com Ivair Rodrigues, diretor-geral da IT Data. “Atraídos pelos preços, muitos consumidores que nunca tiveram um computador acabam escolhendo os ultraportáteis e ficam frustrados.” Para Rodrigues, é preciso haver um esforço de marketing para deixar claro que o netbook tem certas limitações — não é o equipamento ideal para quem quer consumir músicas e vídeos, por exemplo. Para ganhar uma fatia significativa das vendas previstas, os fabricantes também precisarão ser criativos para se diferenciar dos demais. “Uma forma de impulsionar as vendas será por meio de parcerias com operadoras de telefonia para embutir placas de acesso à internet e aproveitar seus canais de venda”, diz Enderle. No Brasil, a Asus tem acordo com a TIM para vender os modelos com modem 3G embutido, o que permite que o PC use a rede de telefonia celular para conectar-se à internet. A Positivo está em negociações similares com operadoras móveis. Esse tipo de associação desafia as operadoras fixas e as TVs pagas, tradicionais vendedores de banda larga. O impacto do netbook na bilionária indústria da tecnologia, ao que tudo indica, será muito maior do que sugere seu diminuto tamanho.

 

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Notas

Robert Pattinson cheira mal e causa mal-estar em colegas de filmagem 26/03/09

Robert Pattinson: bonito mas sujinho

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Criado por agencia brainstorm 26 Mar 2009 at 0:02. Atualizado pela última vez por agencia brainstorm 26 Mar, 2009.

O show pode parar 18/12/08

Peças canceladas na Broadway, fuga de patrocinadores na stock-car, queda de público na Disney - a crise agora ameaça o mercado americano de entretenimento

Cena de O Jovem Frankenstein: a produção de 11 milhões de dólares foi um fiasco comercial

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Desde 1920, as peças da Broadway - bairro de Nova York que ganhou fama mundial por abrigar musicais como O Fantasma da Ópera, Cats, Evita e Os Miseráveis - seguem a…

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 Depois de um episódio de Law & Order onde uma mulher comentava ter perdido sua casa com os problemas do mercado imobiliário nos Estados Unidos, a crise econômica promete tomar ainda mais espaço em…

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RIM anuncia novo smartphone para combater o aparelho da Apple-11/10/08

A RIM, fabricante dos smartphones Blackberry, lançará um novo aparelho. Chamado Storm, o celular terá apenas quatro botões e a maioria dos comandos será acionada pela tela sensível ao toque. Na verdade, o usuário do Storm terá de pressionar a tela até sentir um "clique", como se o touchscream fosse um botão convencional.

O novo aparelho tem o mesmo tamanho que o iPhone

Os celulares Blackberry são conhecidos por seus teclados "Qwerty" completos (com layout de teclas igual ao teclado de um computador) e por serem capazes de acessar e-mails e internet. O aparelho gerencia pastas e arquivos de uma forma mais simples que o iPhone, segundo especialistas, porque o aparelho da Apple apenas permite ao usuário acessar essas informações quando o aparelho é conectado a um computador.


O aparelho tem câmera de 3.2 megapixels e lê arquivos de áudio em MP3, ACC e WMA. A memória interna é reduzida: apenas 1 gigabyte, mas diferente do aparelho da Apple ela pode ser expandida com o uso de cartões MicroSD de até 16 gigabytes. O preço ainda não foi anunciado, mas o aparelho chegará ao mercado americano em novembro pela operadora Verizon. No Brasil, o aparelho deve chegar até o fim do primeiro semestre de 2009.
SERVIÇO
http://www.blackberry.com
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Artista performática diz que fumará as cinzas de Kurt Cobain -05/10/08
Natascha Stellmach garante que os restos mortais do músico chegaram a ela de forma "mágica"
Luciana Maria Sanches



Primeiro foi Keith Richards que andou às voltas com as cinzas do pai, declarando - e depois retirando – que havia cheirado os restos de seu progenitor.

Agora é a vez das cinzas de Kurt Cobain virem à tona. A artista australiana Natascha Stellmach garante que vai fumar as cinzas do cantor do Nirvana em uma apresentação intitulada “Set Me Free”. Duvida? É bom lembrar que Cobain, ou melhor, o que restou dele, foi roubado da casa de Courtney Love, viúva do vocalista, em maio deste ano.

A australiana não revelou como botou as mãos nas cinzas de Cobain, dizendo apenas que elas chegaram a ela de maneira “mágica”.

O vocalista do Nirvana se suicidou em 1994 e suas cinzas foram divididas em três partes: uma delas seguiu para um templo budista em Nova York, outra foi espalhada pelo Rio Wishkah, em Washington, onde o cantor do Nirvana morava, e a terceira parte estava com Love.

A “performance”, que visa “simbolicamente libertar Cobain do circo midiático”, segundo Stellmach, vai acontecer em uma galeria de Berlim em 11 de outubro.

Cinema/Clint Eastwood comenta Gran Torino, seu próximo filme 11/10/08

Drama sobre racismo estréia no dia de Natal em circuito restrito nos EUA

Érico Borgo


Durante as entrevistas de divulgação de The Changeling, seu mais recente filme, o incansável Clint Eastwood comentou Gran Torino, seu próximo projeto.

No filme, Eastwood vive Walt Kowalski, um veterano da Guerra da Coréia racista que relutantemente cria um vínculo com um vizinho asiático por causa de seu carro - um Gran Torino 1972. O ator e cineasta descreveu seu personagem como “ofensivo e potencialmente controverso" e disse que o filme fala de preconceito e correção política.

“Eu sou um nojento no filme. Vivo um racista de verdade... É a hora certa pra eu fazer algo assim porque, você sabe, o que vão fazer comigo agora, depois dos 70? Mas o filme tem elementos de redenção. Uma família hmong se muda para a casa ao lado e ele esteve na Coréia, despreza asiáticos e para ele são todos iguais. Mas eles se tornam amigos - ele precisa disso pois não tem contato com a sua própria família", comentou. Os hmongs citados são uma dentre as várias etnias vindas do sul da China.
O longa está marcado para estrear em 25 de dezembro em circuito restrito nos EUA.
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George Lucas já planeja quinto filme do Indiana Jones -05/10/08

Cena de Indiana Jones e o
Reino da Caveira de Cristal

Segundo o jornal The Los Angeles Times, que conversou com o ator Harrison Ford (Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal), George Lucas já começou a planeja o quinto longa do arqueólogo.

"É uma loucura, mas é genial. George está pensando nisso atualmente", disse o ator.

Aos 66 anos, Ford ainda falou que "é algo automático, de verdade, fizemos muito bem com o último [filme] e, tendo sido uma experiência positiva, não é surpreendente que algumas pessoas queiram voltar a fazê-lo".

Anteriormente, George Lucas já tinha falado sobre o assunto ao site Times OnLine."Se tiver uma outra idéia que os agrade, faremos outro", disse. Comentou também sobre o desafio de trazer a história de voltar depois de 20 anos (Indiana Jones e a Última Cruzada foi lançado em 1989). "Foi um desafio juntar a história e fazer com que todos concordassem com ela. Indiana Jones se tornou complicado quando você tem outras duas pessoas dizendo ‘eu quero desse jeito’ e ‘eu quero daquele jeito’. Considere que, quando fiz o primeiro Indiana, só eu disse ‘faremos desse jeito’ - e tudo era mais fácil. Mas agora temos que considerar todos, porque são todos caras grandes e bem sucedidos, então é mais complicado em um nível prático", concluiu.

Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, quarto filme, rendeu US$ 770 milhões nos cinemas de todo o mundo.

Viagem / A terra é outra vista da água - 05/10/08

Conheça trajetos inesquecíveis para se fazer de barco
por Samanta Lobo

Românticos, curiosos, luxuosos ou extremamente simples e impressionantes. Os passeios de barco pelos rios e canais mais famosos do mundo agradam a todo tipo de gosto e público. Conheça as mais belas paisagens para se apreciar de um barco, das tradicionais rotas de gôndolas de Veneza até uma volta de canoa na Tailândia.

Primeiro, os clássicos Canais de Veneza

Falar dos passeios de gôndola pelos canais da cidade italiana pode até ser clichê, mas o destino merece sempre ser lembrado: não há turista que não pense em fazê-lo assim que pisa em Veneza. Apesar de muito conhecida e divulgada, essa voltinha não é nada barata: 50 minutos a bordo de uma gôndola custam, em média €75, por pessoa. Para quem quer "algo a mais", uma taxa extra paga um cantor de ópera, para dar um ar cinematográfico a sua viagem.

Vista dos canais de Veneza. O transporte pelos barcos impressiona os turistas e é recurso para a população local

Mas, em Veneza, barco não é só romance; é transporte. Por isso, há embarcações coletivas que não têm a exclusividade das charmosas gôndolas para turistas, mas valem um belo passeio ao preço popular de €3.

Maurício Melo, engenheiro brasileiro que passeou por Veneza tanto a bordo de barcos coletivos quanto de gôndolas exclusivas, narra a experiência de ver a cidade a partir do rio: “Cheguei lá de trem, e quando vi aquele contraste de cidade e água achei surpreendente. Conhecer Veneza fazendo um passeio nas gôndolas evidencia muito a beleza dos canais; é realmente encantador”.


Os canais são o maior charme da cidade

Desbrave o Rio Nilo em cruzeiros luxuosos ou em antigos barcos egípcios

Navegar pelo Rio Nilo é uma experiência épica. Seja a bordo de um navio sofisticado, com regalias e programas fornecidos por agências; seja no melhor estilo egípcio: a bordo das pequenas embarcações a vela chamadas de felucas, desde que os faraós reinavam o Egito.


Pintura que retrata as felucas na frente do templo Kom Ombo: viagem de atmosfera mítica

Feitas de madeira e recheadas com almofadas e tapetes, as felucas atraem os turistas não apenas pelo ineditismo, mas também pelo bom preço do passeio: U$20, por pessoa. O trajeto se inicia na cidade de Assuã e vai até o templo Kom Ombo. A companhia de turismo Lear Travel oferece quatro dias de cruzeiros luxuosos por uma média de U$1 mil por pessoa.

Passeio no melhor estilo egípcio

Passeio no Rio Sena: trajeto romântico na cidade-luz

Não há cidade melhor do que Paris para quem quer se apaixonar. Um passeio de barco pelo rio Sena é o programa perfeito para se fazer a dois. Isso não significa, porém, que não se possa navegar em família pelo cartão postal da cidade-luz. Muitas companhias fazem essa rota, mas algumas têm diferenciais: a Batobus, por exemplo, faz longas paradas em pontos turísticos como a Torre Eiffel e o Museu do Louvre.

Passeio pelo Rio Sena traduz o caráter romântico de Paris

Para os viajantes que não falam a língua do amor (francês), há guias e intérpretes de diversos idiomas a bordo. Sem contar as paradas, o passeio dura cerca de uma hora e custa, em média, € 10. As escalas encarecem a navegação em míseros € 2.


Vista de uma das pontes do Sena

Navegue no rio que corta a cidade de Bangcoc
A população tailandesa transita por Bangcoc a bordo de balsas e canoas. Às vezes, o Rio Chao Phraya chega a parecer uma avenida paulistana em hora de rush. Isso não quer dizer que não um passeio de de barco não valha a pena. Por 100 baht (cerca de R$ 18) o visitante conhece as casas de palafita construídas ao longo do rio e também o mercado flutuante. Quem gosta de luxo pode optar pelos navios que saem de Bangcoc e fazem um passeio até a antiga capital Ayutthaya, por cerca de 1,5 baht (em média R$ 83) por pessoa.

Mercado flutuante em Bangcoc: a cidade é o rio

Pôr-do-sol no Chao Phraya

SERVIÇO

Turismo em Veneza
Lear Travel - Cruzeiros no Rio Nilo
Batobus- Passeio de barco no Rio Sena
Turismo na Tailândia

 
 
 

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Champanhe com 007 -11/10/08

James Bond e Boillinger reforçam parceria e lançam cooler com formato de bala

Os lançamentos dos filmes da série 007 são sempre aguardados com ansiedade pelos fãs do espião criado por Ian Fleming. Entretanto, a estréia de "007 Quantum of Solace", próximo filme da seqüência também mobilizará amantes do champanhe Bollinger.


A marca, que sempre esteve presente nos filmes de James Bond, preparou um presentinho especial que todo admirador (do champanhe e do agente secreto) fará questão de ter: uma embalagem especial, em forma de bala de pistola, para carregar garrafas. Essa é a tentativa da marca de reforçar a associação entre seus produtos e James Bond.

A responsabilidade do projeto ficou a cargo do designer francês Eric Berthès. A“bala” pesa aproximadamente 30 quilos. Por isso, é muito mais um objeto de decoração para ficar em cima da mesa do que um recipiente para ser levado de um lado para o outro.

Essa edição especial que já vem com uma garrafa do Bollinger Grande Année 1999 terá apenas 207 unidades no mercado. Pelo menos, não há chances de encontrar essa bala perdida por aí.

Como a pré-estréia do filme está marcada para o dia 29 de outubro, não se espante caso uma dessas cruze o seu caminho.
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Gourmet / De Portas Fechadas-05/10/08
Chef prepara jantar especial em seu próprio apartamento
por André Sender

O chef Demian Figueiredo, à frente do buffet Les Amis, lançou em parceria com sua sócia Pila Zucca o projeto Les Amis de Portas Fechadas. A idéia é proporcionar um jantar exclusivo, em um ambiente informal. Tão informal que o palco das reuniões (limitadas a 12 pessoas) é o apartamento do chef.

Na chegada, o convidado é recebido pelo chef, que faz uma rápida apresentação do apartamento – localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo – antes de voltar correndo para a cozinha. O carro-chefe da decoração é uma mesa italiana de 12 lugares que o anfitrião herdou da avó, sua grande inspiração na cozinha.

“O Demian cresceu comendo o que a avó preparava de sábado e domingo. Mas, se pudesse, ele comia de segunda, terça, quarta...”, revela Bel Figueiredo mãe do chef.

O chef Demian Figueiredo

Depois de um cosmopolitan (drink a base de vodca e suco de cranberry) e um pouco de conversa, os participantes se sentam à mesa, onde o bate-papo continua. De acordo com Demian, “o interessante é perceber como a comida vira o gancho para que as pessoas comecem a se conhecer e dialogar. Depois de alguns minutos a conversa fica tão fervorosa que dá para escutar da cozinha as gargalhadas”.

O menu temático varia de mês para mês. Na estréia do projeto, em agosto, era Lembranças de um Inverno em Lisboa. Para setembro, o escolhido foi Big Aplle em Chamas.

“Eu morei dois anos em Nova York e tentei trazer um pouco dessa experiência para o jantar”, conta Demian. A forma que o chef encontrou para retratar esse ambiente nova-iorquino foi criar pratos calientes, com diferentes tipos de pimenta.

Prato do menu Lembranças de um Inverno em Lisboa

A primeira entrada é um camarão gigante grelhado ao chilli com salada caesar e croutons de bagel (rosca típica nova-iorquina). Um prato bem leve, ideal para embalar a refeição. A segunda é um hot pot de alcachofra com pimenta jalapeño e torradinhas.

O primeiro prato principal é um hambúrguer de salmão com crosta de sichuan (uma pimenta aromática chinesa) e legumes. Como grande estrela da noite, o chef serve kobe beef ao poivre de pimenta vermelha, acompanhado de purê de abóbora e cogumelos. A sobremesa é um folhado de maçã com macis (a flor da noz moscada) e sorvete de canela.

Se o clima entre os participantes do jantar já era bom antes dos cinco pratos, depois a conversa rola como se todos fossem velhos amigos.

O cardápio Big Apple em Chamas será repetido no dia 04 de outubro e os interessados devem fazer reserva. O preço é de R$120 por pessoa.

SERVIÇO
Les Amis de Porta Fechada
Reservas pelo e-mail
deportasfechadas@lesamiscozinha.com.br

A Era do trabalho 2.0

Carreiras como farmacoeconomista, gerente de diversidade e arquiteto da informação mostram como o mercado e o próprio mundo mudaram na última década
Por Luciane Crippa


Mais do que mostrar como o mercado de trabalho evoluiu, as profissões que surgiram nos últimos dez anos revelam a transformação do próprio mundo. Temas como internet, alimentos transgênicos e ações sociais e ambientais passaram a fazer parte do cotidiano das pessoas. A preocupação com a satisfação e o conforto do cliente também mudou a área de marketing e vendas. Conheça dez profissões que até bem pouco tempo eram desconhecidas.

Desenvolvedor de sementes
O trabalho do agrônomo Rogério Andrade, de 40 anos, de Uberlândia (MG), é introduzir novas características genéticas em grãos de soja, milho e algodão, de acordo com os programas de melhoramento de DNA da Monsanto, produtora de sementes e defensivos agrícolas. Desde 2005, ele é o líder do programa de pesquisas da companhia americana no Brasil. As experiências com sementes geneticamente modificadas já existiam há dez anos, mas não criavam empregos na iniciativa privada. Ainda hoje, há oportunidades para agrônomos e biólogos nesse mercado, pois o número de pessoas qualificadas permanece pequeno. “Na Monsanto, os profissionais de biotecnologia têm espaço para crescer e até atingir posições na diretoria e postos internacionais”, garante Rogério Andrade.

Arquiteto da informação
A área de tecnologia da informação é, sem dúvida, a que mais gerou novas profissões nos últimos anos. O cargo de arquiteto da informação é uma dessas funções. Hoje, esse profissional aplica conceitos como usabilidade e navegabilidade para desenvolver o site das empresas. “Meu trabalho é desenhar toda a estrutura do site e entregar o projeto pronto para a equipe de programadores e designers”, explica Willie Taminato, de 28 anos, consultor de arquitetura da informação da Mídia Digital, que faz ferramentas de internet para o HSBC e o Magazine Luiza, entre outros. Willie também faz trabalhos de Search Engine Optimization (SEO), técnica que permite dar maior destaque a resultados positivos durante pesquisas em ferramentas de busca, como Google e Yahoo!.

FARMACOECONOMISTA A demanda por profissionais que saibam avaliar a viabilidade econômica de novos medicamentos deve aumentar mundialmente. Segundo Mario Saggia, gerente de farmacoeconomia da Roche, não há, no Brasil, mais do que dez especialistas na área. “Quem quiser ingressar no setor precisa ser capaz de avaliar um novo medicamento em todos os aspectos — epidemiológico, clínico, econômico, de sistema de saúde”, diz. Ainda não há um curso de formação nessa área, mas é possível aprender sozinho. “Há muita literatura, principalmente internacional, sobre o tema”, afirma Mario. Profissionais formados em administração, economia, farmácia e medicina, com senso crítico apurado, têm o perfil mais adequado para essa função, que deve ganhar importância nos próximos anos.

MARKETING OLFATIVO

Elaine Oliveira

Na área de marketing, uma especialização recente é o marketing olfativo. Ele surgiu nos últimos anos porque as empresas perceberam que a linguagem visual está saturada e não desperta mais a atenção do consumidor. A idéia, então, é investir em outros sentidos, como a audição e o olfato. Elaine Oliveira, de 29 anos, é supervisora comercial da Biomist, empresa de São Paulo que atua na área desde 2000. Ela desenvolve, por exemplo, cheiro de dinheiro para bancos ou essências para lojas de roupa. “O objetivo é traduzir a marca em uma fragrância”, diz Elaine. Quem trabalha com marketing olfativo se formou em comunicação e tem especialização na área. Os salários são compatíveis com os de profissionais do marketing tradicional. “O aroma é uma poderosa ferramenta de comunicação”, garante Elaine Oliveira.

Consultor de agricultura sustentável
Desde 2005, a Bayer Cropscience, divisão agrícola da multinacional alemã, oferece consultoria de agricultura sustentável. “Os clientes passaram a sofrer pressões da legislação e da sociedade, e a Bayer entendeu que precisava oferecer informações sobre como não poluir o meio ambiente”, comenta o agrônomo Luiz Dinnouti, de 45 anos, responsável pela área.

Cientista do exercício
Em 2005, a Universidade de São Paulo passou a oferecer o curso de graduação de ciências da atividade física. A diferença de formação em relação à educação física é a ênfase na prevenção e no acompanhamento de doenças, principalmente para pessoas acima de 60 anos. “O profissional sai preparado para criar programas de treinamento para quem tem problemas crônicos e para idosos que querem se prevenir”, diz Luis Mochizuki, de 38 anos, coordenador do curso na USP e responsável pelo programa de prevenção contra queda, oferecido pela instituição à população idosa. Quem se forma encontra trabalho em clínicas, hospitais e seguradoras.

Webmarketing
Mapear a reputação de empresas em ferramentas de internet, como Orkut, Twitter e mais blogs e fotologs, é o trabalho de Tereza Cândida, de 27 anos, formada em jornalismo. Ela trabalha na Dialeto, uma agência de publicidade que auxilia clientes como Natura, Schincariol e Volkswagen a reconhecer negócios nas chamadas mídias do consumidor. Tereza vasculha a web em busca de oportunidades de marketing e também com o objetivo de detectar possíveis danos à imagem corporativa. Também faz parte de sua função realizar estudos sobre o comportamento do consumidor na internet.

Articuladora de parcerias
O investimento das empresas em ações de cidadania empresarial se consolidou como um novo mercado de trabalho na última década. A jornalista Cinthia Sento Sé, de 31 anos, há dois anos e meio passou a trabalhar no Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (Gife), como articuladora de parcerias entre companhias e ONGs. Cinthia também faz contatos com políticos, envolvendo o setor público nos projetos.

Gerente de diversidade
Economista com pós-graduação em comércio internacional e marketing, Fabiana Galetol, de 39 anos, tinha 15 anos de carreira na IBM quando foi convidada, em 2005, para assumir a então recém-criada gerência de diversidade. O objetivo da área é aumentar a integração entre funcionários de diferentes sexos, idades, culturas, raças e sexualidade. “Se houver alguma barreira, há o risco de perdermos um talento”, diz Fabiana. Para muitas empresas, a diversidade é um componente fundamental da inovação: se todos pensarem igual, a criatividade é inibida. “Ao dar valor à diversidade, construímos um ambiente de respeito”, diz Fabiana. Em sua área, há outras seis pessoas. “Os especialistas no tema devem ser capazes de ouvir, respeitar e gostar de lidar com desafios.”

CORRETORA ONLINE

Marcella Rinaldi Areal

Formada em marketing, Marcella Rinaldi Areal, de 25 anos, ocupa o cargo de corretora de imóveis online da construtora Tecnisa há quatro anos. Quando começou, sua área tinha quatro pessoas. Hoje, são mais de 30. Seu trabalho consiste em se comunicar com clientes, fazer propostas e até fechar vendas pela internet. “Fui contratada por ter perfil de vendas e conhecimento de tecnologia.” A fluência em inglês também contou pontos, já que ela atende muitos estrangeiros. A maioria dos clientes quer ver o imóvel antes de assinar o contrato, mas, segundo Marcella, há quem faça tudo pela web. “Este ano, já vendi 20 imóveis”, diz. Alguns são de alto luxo, o que rende a Marcella boas comissões.

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